quarta-feira, 2 de março de 2016


Escola Castelo Branco - 2016 

Açude São José nos dias atuais... triste realidade para os filhos de Piquet Carneiro
As águas que abastecem a cidade. Esperamos que Deus em sua infinita misericórdia tenha piedade dos filhos da seca, herdeiros do sertão, do sol causticante. Mês dedicado ao São José, operário - rogai por nós!

Foto: Professor Junior Ventura/2016.




Escola Castelo Branco - 2016 

Laboratório de Ciências - aula ENEM/2016  

Professor Roosevelt Vitor e alunos 3º ano A /Manhã 
Coordenadora Escolar Emilia Serafim e alunos do 3º ano A/manhã 



Escola Castelo Branco - 2016 

Professora Gorete Farias e alunos da EJA A/noite
Projeto Roda de Leitura 

Escola Castelo Branco - 2016 

Projeto PDT - 2º ano C/Tarde /  Professor FIRMINO DE SOUSA
Lider: MICHELE ROQUE
Vice Lider: CINTIA NASCIMENTO
Secretaria: JAINE



Escola Castelo Branco - 2016 

Projeto PDT
Alunos do 2º ano C/Tarde - Professor Firmino de Sousa


terça-feira, 1 de março de 2016



Escola Castelo Branco - 2016 

SUGESTÃO DE LEITURA - março de 2016 


Manuelzão e Miguilim é composto por duas novelas “Campo Geral” e “Uma estória de Amor”, um narrada por Miguilim, um menino que mora com sua família na mata do Mutum em Minas Gerais, e outra narrada por Manuelzão, um vaqueiro que administra uma fazenda e nela constrói uma capela a pedido de sua falecida mãe. As duas histórias se completam mostrando a infância e a velhice dos personagens, girando sempre em torno de suas descobertas e recordações.
O texto é escrito em terceira pessoa, a partir das vivências do universo infantil de Miguilim, e do universo maduro e vivido de Manuelzão, um homem de mais de sessenta anos, revelando suas alegrias e tristezas, suas reflexões, sua visão de mundo. As duas histórias acabam se complementando, como um começo e um fim de vida.

Campo Geral

É uma narrativa lírica que recria o mundo a partir da visão de uma criança. A infância é seu assunto principal, mostrada por Guimarães Rosa com emoção e sensibilidade. A novela ficou conhecida pelo nome de MIGUILIM, por ser uma espécie de biografia do mesmo, narrada somente sob seu ângulo de visão, porém aos moldes de um narrador onisciente.
Miguilim é uma criança inteligente e sensível e é sob a visão observadora deste menino que as personagens vão sendo apresentadas no texto, são elas: a mãe, os irmãos, o padrasto, o tio Terêz, a avó ranzinza, o pai que se suicidara, entre outros.
O tempo da narrativa é predominantemente psicológico, sem preocupação com as datas, e portanto, dando maior ênfase ao espaço e às pessoas (personagens). Tem como temas o amor, a fé, a amizade, a violência e como já dito, a infância. Com a morte do irmão e companheiro de brincadeiras, Dito, Miguilim é forçado a amadurecer, tornar-se independente.
Os demais acontecimentos da história giram todos em torno de sua convivência com outros personagens, como família e amigos, e de suas observações a respeito do mundo e das pessoas que o rodeiam.

Uma Estória de Amor

Mais conhecida como Manuelzão, a novela “Uma estória de amor” fala, de uma maneira igualmente lírica, da outra extremidade da vida, a velhice, reconstituindo a vida do vaqueiro Manuelzão, e relatando a consagração da capela que ele constrói na fazenda que administra.
A narrativa se desenvolve na véspera de uma boiada, relembrando sua vida e misturando suas recordações com os fatos do presente. A história se passa na fazenda Samara, entre o Rio e a Serra dos Gerais, contanto a respeito de uma festa que reuniu o povo e um padre para fazer a consagração da capela que havia sido construída na fazenda.
O discurso é indireto livre e o narrador fala pela boca de Manuelzão, mostrando sua visão pessoal a respeito dos acontecimentos. Tudo gira em torno desta personagem, que fala a respeito daquilo que teve maior significado durante sua vida: sua mãe, que havida pedido para ele construir a capela, seus cavalo, sua fazenda e sua vida selvagem no sertão.
Durante os preparativos da boiada, ele vai reconstituindo os fatos de sua vida, e a respeito deles fazendo suas reflexões.










Escola Castelo Branco - 2016  

SUGESTÃO DE LEITURA - março de 2016 

O mundo de Sofia, escrito por Jostein Gaarder.

Cartas anônimas começam a chegar à caixa de correio da menina Sofia. Elas trazem perguntas sobre a existência e o entendimento da realidade. Por meio de um thriller emocionante, Gaarder conta a história da filosofia, dos pré-socráticos aos pós-modernos, de maneira acessível a todas as idades.

Sofia Amundsen é uma norueguesa de apenas 14 anos. Na véspera de seu aniversário, ela começa a receber correspondências um tanto quanto estranhas: a partir de então ela passa a ter lições de filosofia por cartas, vídeos, conversas e bilhetes. Mais tarde ela descobre que Alberto Knox, um senhor muito peculiar, é que é o autor de tal curso filosófico, e ele passa a ser o seu professor. Mas o mais estranho na vida de Sofia não é a existência de Alberto e do curso de filosofia, mas sim os cartões postais que começa a receber do Líbano, só que endereçados a uma certa Hilde Knag, pessoa totalmente desconhecida para Sofia. E tais cartões vão ficando, à medida que a leitura transcorre, cada vez mais misteriosos e curiosos: parece que todos têm uma conexão com Sofia, pois o remetente sempre citava a garota como sendo intermediária de tais correspondências...

Contando com um curso completo sobre a superfície da filosofia, Sofia aprende sobre os pensamentos da Antiguidade Clássica, da Idade Média, da época Moderna e da atualidade. Passa por Aristóteles, Santo Agostinho, Descartes, Kant, Marx e até Darwin!

E parece que esses dois núcleos se encaixam perfeitamente: a filosofia, que Sofia aprende com o passar dos dias, e o mistério acerca dos cartões postais. Mas como o Líbano pode estar associado à filosofia e à Sofia, sobretudo?